ATO20

// o que mudou

Notas de atualização.

Cada versão do ATO20, com o que entrou e os arquivos pra baixar. O aplicativo se atualiza sozinho, mas a lista fica aqui pra quem quer ver antes.

v1.1.0

atual

Novidades

  • Mapa de esguelha (2.5D), em beta: a mesa vista de lado, com as paredes em pé. No Mestre, o botão 2.5D ao lado das configurações do mapa mostra a mesa de esguelha: os personagens ficam em pé e as paredes sobem. Para a janela do espectador ver assim, crie um tripé na barra Tripés e transmita com T. No 2.5D dá para marcar, arrastar e deitar os personagens; mapa, luz e paredes continuam se editando no 2D. Shift+L entra no tripé e anda com ele, como num jogo.
  • Mapas, Fundos, Personagens e Retratos ganharam pastas e busca. Arraste um mapa ou um personagem para dentro de uma pasta, ou use "Mover para" no menu da linha. Players e NPCs têm cada um a sua árvore, e os retratos soltos aparecem sob a pasta do personagem. A busca acha pelo nome e pela pasta, e mostra o caminho de cada achado. A Biblioteca também ganhou busca.
  • Recorte o retrato e a miniatura ao anexar, em quadrado ou em círculo. Arraste para enquadrar e use a roda para aproximar, até 8 vezes. A miniatura abre no círculo, que é o token redondo da mesa. "Usar inteira" grava a imagem como ela veio, para a figura de corpo inteiro.
  • Duplo clique num personagem no mapa abre a ficha dele. Vale também para o token travado, e o token não sai do lugar junto.
  • Plugins podem desenhar medidores com imagens. Barra, pontos ou uma sequência de quadros, com o valor escrito dentro, só com imagens e um arquivo de configuração na pasta do plugin. No medidor, a paleta junta as formas de fábrica e as dos plugins, e dá para mostrar ou esconder o nome e o valor.

Correções

  • Com a aba Mesa aberta, a mesa parava de acompanhar o Mestre. A janela do espectador, o celular e a própria aba ficavam presos num quadro de minutos antes, sem aviso. Agora seguem a cena e a câmera como antes.
  • Com muitas câmeras, a barra de câmeras atravessava a tela. Agora ela para de crescer e rola, e as pontas esmaecem quando há câmera fora da vista.
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v1.0.0

Beta: dá para jogar com ele, e ainda há aresta.

Linux — .AppImage roda sem instalar, e na primeira abertura
ele mesmo põe o atalho no menu (rofi, wofi e afins). Basta dar
permissão de execução: chmod +x ato20_*.AppImage. .deb e .rpm
para quem prefere instalar pelo gerenciador.
Windows — .msi ou o instalador .exe. Os dois saem SEM
assinatura de código, então o SmartScreen vai avisar: "Mais
informações" e "Executar mesmo assim".

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v0.7.2

Novidades

  • A câmera criada pela tecla N nasce onde o mouse está apontando. Com o tamanho da câmera selecionada. Com o mouse fora do mapa, numa coluna ou numa janela por cima, ela nasce onde nascia antes.

Correções

  • Criar uma câmera pela tecla N não troca mais o que a mesa está vendo. A câmera nova entrava no ar na hora e cortava a cena da mesa. Agora ela nasce só selecionada, a mesa continua na câmera que estava, e o T põe a nova no ar quando for a hora. O botão + da pílula continua criando já no ar.
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v0.7.1

Correções

  • O mapa ficava preto na janela do espectador depois de desfazer uma troca de fundo. Trocar ou tirar o fundo apaga o mapa antigo da campanha, e o Ctrl+Z devolvia a cena para ele. A tela seguia mostrando a imagem guardada, e a janela do espectador ficava preta mais tarde. O Ctrl+Z não mexe mais no fundo: para voltar ao mapa anterior, troque de novo pelo menu da cena.
  • A seção de um plugin desligado continuava no celular do jogador. Com um botão que não fazia mais nada. Agora ela some quando o plugin é desligado ou desinstalado, e volta com o que estava guardado se ele voltar.
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v0.7.0

Novidades

  • A grade do mapa pode ser de hexágonos. Em pé ou deitados, nas configurações da grade. O ímã encaixa o token no centro da casa, e a casa embaixo do token fica acesa.
  • Configurações ganhou a seção Ajustes, com busca e editor JSON. Tudo que o ATO20 e os plugins deixam ajustar, numa lista só, por máquina e por campanha — a campanha vence. O botão JSON edita o arquivo cru, como no VSCode, e o ícone ao lado o abre no seu editor. O zoom, o aviso de versão e os volumes passaram a morar nesse arquivo.
  • Plugins podem mudar a interface: menus, ficha, janelas e ferramentas. Um plugin põe opções no botão direito do token, da luz, da área escondida e das listas; acrescenta seções na ficha do personagem; troca o miolo de uma seção ou uma janela inteira pela dele (desligar o plugin devolve a de fábrica); e a ferramenta dele ganha ícone, pílula de opções e prévia no arrasto.
  • Plugins alcançam medidores, condições e dados. Um plugin lê o elenco inteiro, ajusta medidores em lote, liga condições na horda, rola dados de verdade no palco e recebe aviso quando algo muda. Cada plugin guarda o que é dele em cada personagem, com uma parte que só o mestre vê. É o que faltava para iniciativa, botão de ataque e habilidades existirem como plugin.
  • O medidor pode ter o desenho do plugin, na TV e no celular. Um coração que esvazia, uma barra que pulsa: o plugin traz um SVG com variáveis e a mesa inteira o desenha. Sem código do plugin rodando fora do seu computador; a TV que não tem o plugin mostra a barra de sempre.
  • O plugin pode pôr uma seção com botões no celular do jogador. Texto, valores e botões. Apertar manda a ação ao mestre, e é o plugin que decide o que ela faz; o resultado aparece na mesa. A ficha do jogador passou a se atualizar sozinha quando o mestre mexe nela.

Correções

  • Um plugin com defeito não derruba mais a tela do mestre. O erro aparece dentro do painel dele, com o motivo, e o resto continua. Escolher a ferramenta de um plugin passou a funcionar sem antes abrir um painel dele.
  • O quadro não levava para a mesa o que um plugin guardou nele. Cena de mapa já escondia; o quadro passava tudo. Agora os dois escondem.
  • Postit e cartão passaram a aceitar o botão direito.

Quem escreve plugin: a seção Extensões do README descreve a API 2 inteira — manifesto, api.janelas, api.config, api.personagens, api.dados, api.eventos, os encaixes, o SVG de medidor e a seção do celular.

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v0.6.0

Novidades

O personagem ganhou condições. Envenenado, caído, abençoado: um selo com nome, ícone e cor, na ficha logo abaixo dos medidores. A campanha tem um cardápio delas, e "Usar sugestões" cria oito prontas. Uma condição escondida não sai do seu computador.

A condição muda a figura. Aura, tingido, translúcido, tremendo ou apagado, no token e no retrato. Os selos aparecem sobre o token, no alto do retrato e no celular do dono, e se arrastam no layout do retrato como as outras peças.

Dá para envenenar a horda de uma vez. O submenu Condições do botão direito vale para a seleção inteira.

A lanterna do token vira facho, e gira com a figura. Aponte uma vez para onde o rosto do desenho olha; dali em diante, girar o token gira o facho.

O menu do token caiu para a metade das linhas. O que é da cena — colar, selecionar tudo, câmera — mora no botão direito do vazio. Espelhar, Ordem e Câmera viraram submenus.

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v0.5.0

Novidades

O mapa pode ficar escuro, e o escuro tem tom. A régua de Escuridão fica nas Configurações do mapa, ao lado do sol, com os tons Breu, Noite, Caverna e Abismo, ou uma cor sua. A mesa vê o escuro inteiro; você vê mais fraco, para conseguir trabalhar dentro dele.

A tocha volta: a ferramenta Luz crava uma luz no mapa. Seis climas prontos — chama, vela, lua, magia, veneno e sangue —, cor livre e intensidade. São dois alcances: onde dá para ler o mapa, e até onde se enxerga algum vulto.

O token pode carregar uma lanterna. Pelo botão direito, em três alcances. Ela anda com o personagem, na TV e no celular também.

A parede corta a luz, e o token faz sombra e ganha volume nela. Atrás de uma parede continua escuro. Cada token deita uma silhueta para longe de cada chama e fica mais claro do lado virado para ela: três tochas numa sala dão três vultos por goblin.

A luz liga e desliga, vira cone e tremula. Desligada, ela guarda a cor e o alcance para quando voltar. O cone aponta e abre pelas alças. Os efeitos Fogo, Pulsando e Piscando valem também para a lanterna, e quem pediu menos movimento no sistema recebe a luz parada.

A imagem que se mexe anima também na TV e no celular. GIF, WebP animado e APNG chegam inteiros à mesa, inclusive os que já estavam na campanha. Nas listas, um selo de play marca o que é animado, e passar o mouse anima.

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v0.4.0

Novidades

O personagem ganhou medidores. Vida, sanidade, munição, carga ou tocha: um número até um teto, com nome, cor e forma de barra, pontos ou porcentagem. Só o mestre escreve, pela ficha, onde a barra se arrasta para mudar o valor. A mesa e o dono do personagem leem, e um medidor escondido não sai do seu computador.

Os medidores aparecem ao lado do retrato, e podem ir para cima do token. Na mesa, eles ficam numa coluna junto do retrato. Para o mapa de combate, um interruptor nas Configurações do mapa põe nome e medidores sobre a cabeça dos tokens.

A campanha ganhou uma janela de configuração. Pelo menu da campanha. Nela ficam os medidores de fábrica, que todo personagem começa tendo, e o layout e a posição dos retratos, que saíram da janela de Retratos.

O retrato pode mostrar o nome. Começa desligado, para não apresentar um PNJ antes da hora. Liga no layout dos retratos, e o nome se arrasta e cresce como as outras peças.

Correções

Ao abrir uma campanha, a TV e os celulares não apagam mais os retratos por alguns segundos.

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v0.3.0

Novidades

O mapa ganha sol e paredes. O sol não acende nada: ele só diz para onde a sombra cai, e se aponta num céu visto de cima, nas Configurações do mapa. A parede tem altura, então a mureta e a torre jogam sombras diferentes. A sombra do token é a silhueta dele — o cajado, a capa e a montaria aparecem nela. A mesa vê a sombra, mas não as paredes que a fazem.

O jogador move e gira o token do próprio personagem pelo celular. Dedo no meio anda com a peça; dedo no anel de fora a gira no lugar.

A grade virou configuração do mapa, com ímã de encaixe. Com o ímã ligado, o token pousa no meio da casa, no arrasto do mestre e no dedo do jogador. Segure Alt para soltá-lo onde a mão largou. A casa ocupada por um personagem acende nas três telas.

Além de mapas, a campanha tem fundos. Um fundo é a imagem de um cenário com figuras por cima, sem câmera, grade, névoa nem sol. O painel virou Cenas, com uma aba para mapas e outra para fundos.

A campanha ganhou capa. É o que a TV mostra quando não há nada no ar. Escolha pelo menu do nome da campanha, que também importa a imagem.

As ferramentas do mapa ficam expostas na borda direita, e as áreas escondidas viraram um botão no palco. Ponto, postit e régua de medir sem abrir a bolsa do rodapé; depois de medir, a régua volta para a seleção. As áreas ficam ao lado do índice de pontos, com quantas já foram reveladas.

Correções

Criar ou apagar uma cena não apaga mais as pastas e as notas de Arquivos.

O botão direito no token mostra as ações dele. Aparência, Opacidade e o resto sumiam do menu, porque o clique desfazia a seleção.

A TV e o celular seguem os volumes da mesa de som. Cada categoria tocava no volume padrão, fosse qual fosse o fader. Se algum estiver baixo, a TV vai soar mais baixa que antes.

O retrato fica parado na TV e no celular enquanto a câmera anda.

O contorno azul deixa de marcar o personagem de um jogador que saiu da mesa. Ele aparecia como NPC na lista e como jogador no mapa ao mesmo tempo. Uma campanha que já tinha o problema se conserta ao abrir.

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v0.2.0

Novidades

O painel de sons virou uma mesa de som. Antes era uma trilha por vez. Agora vários sons tocam juntos — a chuva por baixo, a taverna por cima, o trovão disparado na hora —, cada um com a sua barra de volume. O teclado numérico vira os pads: aperte a tecla e o som sai, sem procurar nada na tela. Trocar de ambiente faz fade em vez de cortar.

Os sons ganharam tipo, nome próprio, busca e macros. Cada som diz se é ambiente ou disparo, os pads têm cor, e uma macro acende um conjunto inteiro de uma vez. O volume geral saiu de dentro da campanha e virou um botão na barra da janela, onde a mão o acha no meio da sessão.

A cena lembra que ambiente ela acende. Abrir a taverna acende o som da taverna.

Dá para desenhar no mapa, e não só no quadro. Formas geométricas, setas que curvam e texto solto valem nos dois, com a régua de ferramentas na borda. E você escolhe o que a mesa vê: o desenho pode ficar só para você.

A área escondida pode ser quadrada, redonda ou desenhada à mão. Ela também gira, e os vértices se editam depois — a caverna deixa de ser um retângulo em cima de um desenho que não é retangular.

O token de personagem ganhou um contorno que diz de quem ele é.

O personagem pode ter várias aparências. Além da padrão, quantas você quiser: Ferido, Lobo, Encapuzado. Cada uma guarda o próprio retrato e a própria miniatura, e trocar troca os dois de uma vez — inclusive o token que já está no mapa, em todas as cenas. Dá para trocar pela ficha, pelo menu da lista de personagens ou pelo menu do token.

Ctrl+V põe imagem de fora no mapa, no quadro e no acervo. Print de tela, recorte de editor ou imagem copiada do navegador. Com o painel de imagens em foco, a figura só entra no acervo; em qualquer outro lugar, ela também aparece no centro do que você está vendo.

Os retratos podem andar em grupo. Uma união com moldura colorida, nome, ordem própria e o canto da tela onde ela fica.

A ficha em PDF abre dentro do aplicativo, num leitor próprio, e não numa janela do navegador embutida. O mesmo leitor serve qualquer documento da campanha.

O item do inventário do jogador ganhou quadro de foto.

Criar personagem pede o nome antes, e F2 renomeia. Desistir no meio não deixa mais um "Novo personagem" para trás. A linha ganhou menu no botão direito.

Renomear ficou previsível em toda a tela. Clicar fora grava, Enter grava, Escape desiste. Vale para o personagem, a aparência e o grupo de retratos.

Os painéis vazios explicam o que fazer, e as abas fecham no X — ou no botão do meio do mouse. Áreas virou uma aba dentro de Mapas.

O Ctrl+Z ficou mais seguro. Ele não apaga cena, quadro nem nota — para isso existe a pergunta de confirmação. E dentro de um texto ele desfaz por palavra.

Correções

O mapa parava de tremer ao dar zoom, e o gizmo parava de borrar. Aquele salto para o centro ao aproximar, e as alças que incham quando você afasta o mapa. A roda também ficou mais parecida com a de um mouse de verdade.

O disparo de som toca o arquivo inteiro, e a trilha reacende sem piscar.

A lixeira do acervo passou a ver o som que não está tocando.

O X de uma janela que está atrás deixou de pedir dois cliques.

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v0.1.4

Uma correção só, e é no Windows.

Correções

No Windows, o arquivo do instalador também mostra o ícone do ATO20

A 0.1.3 trocou o ícone do aplicativo instalado e do atalho, mas o instalador que você baixa — o ato20_x64-setup.exe — continuava aparecendo no Explorer com o ícone genérico da ferramenta que o empacota, um globo azul. Agora é a mesma marca em tudo.

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Linux — .AppImage roda sem instalar, e na primeira abertura ele mesmo põe o atalho no menu (rofi, wofi e afins). Basta dar permissão de execução: chmod +x ato20_*.AppImage. .deb e .rpm para quem prefere instalar pelo gerenciador.

Windows — .msi ou o instalador .exe. Os dois saem SEM assinatura de código, então o SmartScreen vai avisar: "Mais informações" e "Executar mesmo assim".

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v0.1.3

O ATO20 ganha o próprio ícone. É a única mudança — e ela aparece na barra de tarefas, no atalho e no menu.

Correções

O ATO20 passa a ter o próprio ícone na barra de tarefas e no atalho

Até aqui todo pacote — AppImage, instalador do Windows, .deb e .rpm — saía com o ícone padrão da ferramenta que empacota o aplicativo, dois anéis ciano e amarelo. Agora é a marca do ATO20: a tenda com o d20, sobre fundo escuro.

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Linux — .AppImage roda sem instalar, e na primeira abertura ele mesmo põe o atalho no menu (rofi, wofi e afins). Basta dar permissão de execução: chmod +x ato20_*.AppImage. .deb e .rpm para quem prefere instalar pelo gerenciador.

Windows — .msi ou o instalador .exe. Os dois saem SEM assinatura de código, então o SmartScreen vai avisar: "Mais informações" e "Executar mesmo assim".

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v0.1.2

Uma correção de bastidor. Se você usa o AppImage ou o instalador do Windows, ela não muda nada para você.

Correções

A página da loja anunciava as novidades da versão anterior

Detalhe de bastidor, e só aparece para quem instalar pela loja: o arquivo que descreve o ATO20 para o Flathub ficou uma versão atrás na 0.1.1, então a loja mostrava o que mudou na 0.1.0. Nada muda para quem baixou o AppImage ou o instalador do Windows.

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Linux — .AppImage roda sem instalar, e na primeira abertura ele mesmo põe o atalho no menu (rofi, wofi e afins). Basta dar permissão de execução: chmod +x ato20_*.AppImage. .deb e .rpm para quem prefere instalar pelo gerenciador.

Windows — .msi ou o instalador .exe. Os dois saem SEM assinatura de código, então o SmartScreen vai avisar: "Mais informações" e "Executar mesmo assim".

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v0.1.1

Uma versão de encanamento. Se você usa o AppImage ou o instalador do Windows, ela não muda nada para você — e é de propósito.

Novidades

O ATO20 começa a ser empacotado para as lojas do Linux

Esta versão não muda nada no que você já usa — ela existe porque o pacote do Flathub precisa ser construído a partir de uma versão publicada, e não do código do dia. O que mudou por dentro só aparece lá: as fontes deixaram de ser baixadas durante o empacotamento, e o aviso de versão nova some no pacote de loja, onde quem atualiza é a própria loja. Quem baixou o AppImage ou o instalador do Windows continua sendo avisado como antes.

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Linux — .AppImage roda sem instalar, e na primeira abertura ele mesmo põe o atalho no menu (rofi, wofi e afins). Basta dar permissão de execução: chmod +x ato20_*.AppImage. .deb e .rpm para quem prefere instalar pelo gerenciador.

Windows — .msi ou o instalador .exe. Os dois saem SEM assinatura de código, então o SmartScreen vai avisar: "Mais informações" e "Executar mesmo assim".

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v0.1.0

Primeira beta. Da 0.0.6 para cá são cem commits, e — o que importa mais — o aplicativo instalado volta a avisar quando sai versão nova.

Novidades

O aplicativo passa a avisar sozinho quando existe versão nova

Até aqui toda versão saiu marcada como pré-lançamento, e o endereço que o aplicativo consulta ignora pré-lançamento — quem baixou a 0.0.1 ficou na 0.0.1 sem nunca saber que havia seis versões depois. Desta em diante o aviso chega sozinho.

A campanha ganha quadros: uma folha sem chão para o mestre pensar

O quadro fica na aba ao lado de Cenas, com pastas dentro de pastas. Nele você escreve texto direto na folha, liga as coisas com setas — de ponta solta ou grudada no que você mover — e mistura post-it, imagem, dado e cartão no mesmo lugar. Pôr o quadro no ar mostra a folha inteira na TV e no celular.

Documento: um cartão de Markdown com prévia ao vivo

Você escreve de um lado e vê formatado do outro. No começo da linha, # dá título, ## subtítulo e - item de lista; @, / e > chamam referência, comando e citação, tanto na nota quanto no cartão.

A aba Arquivos põe quadros, notas e imagens na mesma árvore de pastas

Qualquer arquivo entra no acervo agora, e a aba Imagens virou Biblioteca. A nota passou a ser arquivo da campanha: o cartão no quadro só aponta para ela, então a mesma nota pode aparecer em dois quadros sem virar duas cópias. Arrastar a nota da árvore até o quadro funciona como com imagem.

Ctrl+K abre uma paleta de comandos

Ela acha janela, cena, livro, imagem e atalho pelo nome, sem você ter de lembrar em que painel aquilo estava.

Dá para jogar dados por notação, como "2d6", sem pegar no saquinho

O saquinho ganha o d% de dezenas e a moeda de cara ou coroa

O celular do jogador também pede os dois, e a mesa passa a ler "Coroa" e "d%" em vez de "2" e "d2".

A régua virou medidor que fica no mapa, com círculo, cone e retângulo

Antes a medida sumia quando você soltava o mouse. Agora ela fica posta na cena, e a forma diz o que você está medindo.

A estante mostra os livros com capa, em caixa 2.5D, e o clique abre o PDF

Há também um comando para abrir o livro no leitor de PDF da máquina. A capa fica guardada depois da primeira vez, então a estante não pisca ao reabrir.

A cena guarda um handout: imagens do acervo que você manda à mesa uma a uma

A bolinha recebe imagens arrastadas e as leva à TV; o que já está na mesa volta para a manga pela mesma bolinha ou pelo menu. O painel ganhou título e uma caixinha de + que escolhe imagens do computador.

A janela "Mesa" mostra o que a TV está vendo, em miniatura, na sua tela

Girar pelos cantos do gizmo, como no Figma

O botão de rotacionar saiu. A roda do mouse redimensiona a imagem na mão e Shift gira; as setas do teclado andam cinco de cada vez, e com Shift giram a seleção. Segurando a alça da câmera, a roda dá zoom nela.

Dá para afastar até 50%, com vazio em volta do mapa

A cena nasce sem câmera, e a mesa vê tudo até a primeira entrar

Antes a cena nova já vinha com um enquadramento que você não escolheu. O botão "Mesa" também saiu da barra de cima.

A lista de personagens separa Players em cima e NPCs embaixo

A ficha mostra quem está jogando com ela, e o diálogo do jogador diz há quanto tempo

Dá para entregar o personagem a outra pessoa dali, e tirar alguém da mesa passa a pedir confirmação. A nota fechada do personagem fica guardada.

A porta mudou: botões no alto, "Encontrar campanha" e o mapa da cena ao fundo do cartão

A estante ganhou botão e aceita arquivo solto, "O que mudou" virou botão ao lado das Configurações, e a estante vazia virou um alvo tracejado em vez de um espaço em branco.

Esc larga a ferramenta, e um X na barra faz o mesmo

O palco vazio mostra a marca e os atalhos principais

A tela diz qual pasta da campanha sumiu, em vez de abrir uma mesa vazia

Correções

Apagar a pasta da campanha com a mesa aberta virava mesa vazia, e a gravação recriava a pasta pela metade

No leitor, dar zoom deixava a folha branca por um instante

A página que você está lendo passa na frente das vizinhas, e trocar de página depressa não deixa mais um desenho cancelado na tela.

A máscara escura da câmera cobria o post-it e os controles do mestre

O clique fora do mapa tinha deixado de valer

A borda saiu e o vazio em volta ganhou pontos.

O token achatava ao encolher, em vez de parar no piso

O d% nascia sem valor, e a soma da mesa dava NaN

A ficha só via quem entrou na mesa depois de reabrir o programa

O diálogo de Configurações prendia o foco e matava a barra da janela

O rótulo da câmera não cabia quando a moldura ficava pequena na tela

No quadro, o dado caía puxado para o plano, e não onde a mão soltou

No quadro, o texto novo nascia invisível e sem foco

A bancada já arrumada não ganhava a aba Quadros ao lado de Cenas

O arquivo da extensão se chama manifest.json, e não manifesto.json

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Linux — .AppImage roda sem instalar, e na primeira abertura ele mesmo põe o atalho no menu (rofi, wofi e afins). Basta dar permissão de execução: chmod +x ato20_*.AppImage. .deb e .rpm para quem prefere instalar pelo gerenciador.

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v0.0.6-alpha

pré-lançamento

Novidades

A cena tem câmeras com nome, e você escolhe qual delas está no ar

Cada câmera é um enquadramento guardado do mapa. Elas ficam numa pílula no alto da mesa, e transmitir é escolher uma — a que está no ar aparece marcada, e as outras ficam apagadas no palco, para você ver o que os jogadores não estão vendo. Trocar de câmera corta em fade na TV, e sem nenhuma no ar a mesa fica escura. Segurando V, o mouse vira cinegrafista e move o enquadramento sem mexer no mapa.

O acervo e a lista "Em cena" ganharam pastas

Pasta dentro de pasta, e arrastar uma pasta para dentro de outra. No acervo, Ctrl e Shift selecionam várias imagens de uma vez. Na lista "Em cena", clicar num item do mapa já pega a pasta inteira a que ele pertence.

Importar arquivo grande não trava mais a janela, e dá para cancelar no meio

A cópia saiu da thread da janela: um aviso mostra o que está entrando, quanto falta e um botão de parar. A miniatura de um mapa de 50 megapixels agora sai em menos de um segundo.

Arquivo largado no painel de imagens entra no acervo

A área do mapa cresce com o que você coloca nela

Antes o plano tinha um tamanho fixo e o que passava da borda ficava fora do alcance. Agora ele acompanha as peças.

A barra de ferramentas virou duas bolsas

A grade e a régua foram para a bolsa do mapa.

O que a mesa tirou nas rolagens vira janela da bancada

O alfinete alterna a nota do ponto, e a bolinha do saquinho vira X enquanto ele está aberto

Dois botões que antes só tinham ida: agora clicar de novo desfaz, e o ícone diz em que estado você está.

Correções

Trocar o mapa de fundo três vezes seguidas importava o mesmo arquivo três vezes

Três cópias do mesmo mapa pesado dentro da campanha.

Abrir a tela do espectador no navegador falhava calado

Em máquina Linux sem o xdg-open, o botão não fazia nada e não dizia por quê.

Renomear pelo menu não fazia nada, e agora F2 também renomeia

O botão de tirar o post-it se escondia, e a prévia não mostrava onde o papel ia cair

No celular do jogador, o esmaecido da rolagem comia o texto da ficha

A mesa aceitava dado sem fim

Agora o teto é cinquenta dados por rolagem.

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v0.0.5-alpha

pré-lançamento

Novidades

A lista de novidades cabe numa tela, e cada linha abre quando você quer o detalhe

Com treze mudanças, a 0.0.4 virou uma parede de texto na tela de entrada e nas Configurações. Agora os títulos ficam à vista, separados entre o que é novo e o que foi consertado, e o detalhe de cada um abre com um clique. As versões anteriores vêm fechadas, uma linha cada, já dizendo quantas mudanças têm dentro.

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v0.0.4-alpha

pré-lançamento

Novidades

Arrastar um personagem, uma imagem ou um item até o mapa mostra onde ele vai cair, e de que tamanho

A sombra da peça acompanha o ponteiro, no lugar e no tamanho exatos em que ela vai ficar, e a roda do mouse escolhe o tamanho sem soltar o arrasto — entre um quarto e quatro vezes. Antes a peça só aparecia depois de solta, e cair torta custava dois ajustes com o gizmo.

Um arquivo arrastado do gerenciador de arquivos cai no mapa onde a mão soltou

Ele entra no acervo e vai à cena no mesmo gesto, já selecionado. Vários de uma vez entram em escada, para nenhum ficar escondido embaixo do outro. O que não é imagem nem som é recusado.

O aplicativo diz em que versão está, e o que mudou

Esta lista. Ela viaja dentro do pacote, então continua legível na mesa sem Wi-Fi.

A tela de entrada é uma só, com as novidades num painel ao lado

Antes havia duas telas diferentes conforme você já tivesse ou não uma campanha na lista. Agora é a mesma, e o histórico inteiro fica num painel próprio encostado na borda da janela, com rolagem própria.

As abas e os divisores da bancada ficaram visíveis

As abas passam a ler como aba, coladas no painel que abrem, e cada divisor entre colunas ganhou uma alça que acende quando a mão chega perto — antes era um fio invisível que só se revelava ao ser acertado.

Correções

Abrir o aplicativo entrava direto na última campanha

A lista de campanhas só aparecia na primeira execução ou depois de fechar a mesa. Quem tem duas campanhas esperava a errada ser lida do disco inteira antes de poder trocar. Recarregar a janela na tela de entrada também caía dentro de uma campanha.

Trocar de campanha mantinha o elenco da anterior

Os personagens da campanha antiga apareciam na nova, e o nome do token vinha errado junto. Só recarregando a janela voltava ao certo.

O mapa ampliado borrava, espremia e engrossava os controles

Três defeitos do zoom, no mesmo lugar: o mapa e os tokens saíam borrados, passado mais ou menos 400% o mapa encolhia num eixo só e sumia, e o traço dos ícones do gizmo engrossava conforme se ampliava.

A nota fixada no mapa não arrastava, e o zoom deformava o cartão

O cabeçalho do cartão é a alça, e ele não respondia ao arrasto. Junto: clicar no mapa com o cursor dentro do título ou do corpo da nota deixava o campo focado, e o que se digitasse depois — atalho de tecla inclusive — ia para a nota em vez de ir para a mesa.

Tirar ou trocar o mapa de fundo devolvia o arquivo ao acervo

O mapa entrou na campanha para ser o fundo daquela cena. Agora, tirado o fundo, ele sai da campanha em vez de virar mais um arquivo pesado para apagar depois.

O arquivo recém-importado não chegava a todas as telas

Anexar uma miniatura na ficha do personagem não atualizava o acervo, e o botão de pôr o token no mapa ficava desabilitado dizendo “Lendo o acervo” até o aplicativo ser reaberto.

Rolar a tela de entrada levava a barra de título embora

A barra saía por cima e o conteúdo era cortado.

A tela de carregamento dizia “Abrindo a campanha” sem abrir campanha nenhuma

O que ela espera ali é a lista de campanhas da máquina, e ela ainda chegava depois do trabalho já feito.

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v0.0.3-alpha

pré-lançamento

Ainda é alpha: espere coisa quebrada.

Linux — .AppImage roda sem instalar, e na primeira abertura
ele mesmo põe o atalho no menu (rofi, wofi e afins). Basta dar
permissão de execução: chmod +x ato20_*.AppImage. .deb e .rpm
para quem prefere instalar pelo gerenciador.
Windows — .msi ou o instalador .exe. Os dois saem SEM
assinatura de código, então o SmartScreen vai avisar: "Mais
informações" e "Executar mesmo assim".

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